A maioria constitucional ainda é o que era
Há um consenso sólido em torno dos direitos sociais e económicas da Constituição, onde a direita gostaria de mexer. 85% defendem os direitos laborais e sindicais (a segunda área mais protegida), só 5% aceitam o despedimento sem justa causa, apenas 12% admitem limitar o direito à greve e só 27% querem mais privados nos serviços públicos. O voto muda mais depressa do que os valores. A Constituição reflete uma maioria sociológica resistente a ciclos políticos