“Criámos uma geração que se sente fraca. Quem não se sente capaz de resistir ao TikTok como é que se sente capaz de resistir à ditadura?”
A extrema-direita pode não ganhar eleições, mas ganha tempo de antena, centralidade e a normalização do seu discurso e das suas prioridades. É sobre este duplo movimento — media tradicionais e mediação através de algoritmos totalmente opacos — que Joana Gonçalves Sá, doutorada em Biologia de Sistemas pelo ITQB-NOVA, com tese desenvolvida na Universidade de Harvard e investigadora nas áreas dos sistemas digitais, algoritmos e inteligência artificial, regressa para mais um episódio do podcast “Perguntar Não Ofende”