No Líbano “algumas crianças não querem comer: ouvem explosões de manhã à noite e perderam familiares”
“Já estamos perto do pior cenário possível e não sabemos quanto tempo o conflito vai durar”: assim é a descrição de Christophe Boulierac, diretor de comunicação da UNICEF em Beirute, ao fim de quase duas semanas desde que EUA e Israel atacaram Irão e a ofensiva se alastrou a outros países do Médio Oriente, incluindo o Líbano