“Se calhar sou mais lida pelo povo que pelos falsos intelectuais”:‌ Natália Correia, a poeta insubmissa, provocadora e livre

Abril 20, 2026 - 19:00
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“Se calhar sou mais lida pelo povo que pelos falsos intelectuais”:‌ Natália Correia, a poeta insubmissa, provocadora e livre

Em março de 1970, a poeta Natália Correia foi condenada a pena de prisão suspensa pela publicação do livro “Antologia da Poesia Satírica e Erótica Portuguesa”. Chegou a pensar defender-se em verso, como o fez, anos mais tarde, em plena Assembleia da República, com o célebre poema que dedicou ao deputado do CDS João Morgado, quando este defendeu que “o ato sexual é para fazer filhos”. Natália Correia era assim: original, insubmissa, provocadora e livre, sobretudo livre. Conheça a sua biografia neste podcast especial “Retratos de Abril”, originalmente lançado nos 50 anos da Revolução em Portugal em 2024