Vhils não quis receber pelo retrato de Marcelo: o dinheiro vai para comprar obras de artistas emergentes. “Quando o elevador social funciona transforma gerações”
Vhils afirma que se hoje o seu trabalho entra no Museu da Presidência da República “não é para se domesticar, é para que a contemporaneidade tenha lugar nas nossas instituições, ao lado da história que já está nestas paredes”