“Com o Grok, Elon Musk quis colocar-se no mercado e distanciar-se da concorrência. No fim, o importante é que se fale, seja bem ou mal”
O Grok, o chatbot de Elon Musk, não só gerou imagens sexualizadas de menores, como também criou deepfakes de adultos sem consentimento e voltou ao olho do furacão quanto à regulação da internet, em particular em território europeu. Em entrevista ao podcast “O Futuro do Futuro”, José Moreira, professor da Universidade Portucalense especializado em Direito Digital, considera que esta estratégia pode não ser acidental: “Talvez não seja que se fale bem ou mal, mas sim que se fale. O objetivo foi colocar toda a gente a falar da sua plataforma”