Para que Ventura triunfe, basta que os democratas nada façam
Luís Montenegro, Marques Mendes e Cotrim de Figueiredo optaram na noite eleitoral por uma equidistância que dá que pensar, sobretudo, porque um dos candidatos quer liderar o “movimento político que vai fazer desabar o sistema” e o outro afirma querer “unir Portugal”. A promessa já estava feita, ignorá-la foi uma opção informada