Autárquicas 2023: RENAMO aclamada ante ingloriosa “Mega Fraude” da FRELIMO!
Vozes credíveis de todos os cantos do país e do mundo reconhecem as vitórias eleitorais genuínas da RENAMO, incluindo em cidades como Matola, Maputo, Quelimane e Nampula, repudiando e condenando a vergonhosa “Mega Fraude” da FRELIMO que até do Conselho Constitucional mostra querer estar acima, exarando recados camuflados.
As eleições de 2023, cuja votação decorreu a 11 de Outubro passado em 65 esferas autárquicas do país, aguardam um desfecho em que só mesmo a FRELIMO ainda crê na vergonhosa “Mega Fraude” que a torna ingloriosa, entenebrecendo ainda mais a sua carcomida imagem política sexagenária. Dias maus correm desde o apressado e inverídico anúncio de resultados forjados nos apuramentos intermédios, ora temperados pela mente insana do Ímpio Bispo que mente ao comando da Comissão Nacional de Eleições (CNE), onde jamais deveria ter metido o nariz.
Demonstrada e desmontada a teia da maior operação de fraudulência eleitoral, o Conselho Constitucional (CC) afigura-se a única entidade da qual se espera uma decisão que se afaste da falsidade abençoada pela ardilosa, hipócrita e leviana mente em trajes sagrados porém de grosseiros ultrajes aos fiéis. Uma decisão inequívoca de reposição da verdade das urnas tal como consta de Editais autênticos, lavrados de apuramentos iniciais feitos nas Mesas de Voto. Sim, ali onde cada eleitor depositou o seu precioso e intransmissível voto voluntário, uno e secreto à FRELIMO, à RENAMO, ao MDM, ou a quaisquer outras formações políticas e associações de cidadãos. Uma decisão que afaste do povo moçambicano o assassinato à democracia engenhado por um partido outrora vanguardista do povo, todavia hoje infiltrado de inimigos internos.
Estas eleições autárquicas trouxeram à tona a face partidária de quem não quer a democracia. Expuseram as cores políticas de quem se estonteia com a ideia de “povo no poder”, retardando sonhos explícitos de Eduardo Chivambo Mondlane, Samora Moisés Machel, André Matade Matsangaissa e Afonso Macacho Marceta Dhlakama. O 11 de Outubro de 2023 deixa também uma mensagem de que o sonho desses quatro heróis revolucionários de, realmente, ver o seu “povo no poder” está a alguns episódios eleitorais pacíficos de se tornar realidade. O povo acordou para tomar as rédeas dos seus destinos sem os desatinos de grémios políticos envenenados pelo culto da bolada de roubada em roubada eleitoral!
Mas enquanto se aguarda pelo melhor desfecho eleitoral sem roubada, acredita-se num veredicto do Conselho Constitucional que valide as aspirações dos eleitores, conforme demostram os documentos de suporte aos vários recursos interpostos. Àqueles a quem o concorrente eleitoral detentor do poder central, em conluio com as instituições de administração eleitoral pretendem lesar com os seus apuramentos forjados, juntam-se vozes de dentro e de fora exigindo respeito pelas escolhas do povo. Fazer ouvidos de mercador a tais vozes será um apelo ao fim da confiança que ainda se deposita no Conselho Constitucional como entidade superior isenta da cadeia nacional de justiça eleitoral.
Trata-se de vozes que escrevem cartas a muitos destinatários, fazem depoimentos em muitos canais de informação e comunicação, e electrizadas pela justeza das marchas do povo cantam e dançam a verdade ao compasso rítmico vencedor de “Tru Fa Fá – Tru Fa Fá” de Quelimane para o mundo todo, que responde ao refrão “Mas Quem Ganhou? O Povo Votou Quem?”, cabendo entretanto agora ao Conselho Constitucional desmistificar as incógnitas da equação propositadamente embrulhada pelos cultores da ingloriosa “Mega Fraude”!
E fazendo jus aos recentes recados do Mais Alto Magistrado da Nação, aquando das celebrações dos 20 anos de existência do Conselho Constitucional, para que se evitem pecados judiciais a verdade é o móbil da justiça. Sem manietar a sua independência, o Mais Alto Magistrado da Nação esquivou-se das questionadas vitórias retumbantes e deixou ardilosamente transparecer que transmitia tacitamente maior confiança ao Conselho Constitucional para proceder à correcção dos ilícitos eleitorais, dar a César o que de César é, e a honra da nação resgatar! Essa é a expectativa da causa justa, porquanto facto notório é que nas autárquicas de 2023, pese embora a inverdade lida pelo Bispo Pecador, a RENAMO sai aclamada ante a ingloriosa “Mega Fraude” da FRELIMO!
Comentários (0)