Em Dia da Paz: Dhlakama Imortalizado com uma Rua em Quelimane!
O carismático Líder histórico da oposição e da RENAMO será em breve imortalizado na cidade de Quelimane, com a criação da "Rua Afonso Dhlakama", anunciou no Dia da Paz, 4 de Outubro, o Edil e Cabeça de Lista que mais massas mobiliza, dinamiza e convence naquela autarquia.
Quarta-feira da pomba branca, 4 de Outubro de 2023! Em paz o país acordou para a paz dos moçambicanos celebrar. As redes sociais encheram-se de tele saudações das mais comuns repetições e variadas recriações. Discursos, festas e caças aos votos marcaram a paz da data!
Pela primeira vez com armas de fogo oficialmente apenas na posse de sede própria, combinada nos acordos de 4 de Outubro de 1992 e seguintes, pombas sobrevoaram livremente os céus de aldeias, vilas e cidades! De todo o país chegaram-nos imagens de avenidas, ruas, praças e pracetas com gente engalanada de capulanas, balalaicas, casacos, gravatas e vestimentas de cores partidárias sobrepondo-se devido à coincidência com o decurso da campanha eleitoral autárquica.
A homenagem feita pelo Edil da cidade de Quelimane e Cabeça de Lista para a sua praticamente certa sucessão, Manuel de Araújo, ao carismático líder histórico da oposição e propulsor da luta pela instauração da democracia multipartidária em Moçambique chama a atenção ao país inteiro por inusitada e ousada ser! Com efeito, Quelimane criará a "Rua Afonso Dhlakama" para brindar a Paz e a Reconciliação Nacional e cimentar o reconhecimento do legado do combatente pela democracia que assinou os Acordos de Paz em Roma, há 31 anos, com o então Presidente da República Joaquim Alberto Chissano.
Aclamado pela moldura humana que desde sempre o acompanha, Manuel de Araújo justifica a sua homenagem como mais uma forma ojectivamente verificável de honrar a memória de Afonso Dhlakama e imortalizar o seu legado na construção de um Moçambique mais democrático, multipartidário e pacífico onde os seus valores da paz, do diálogo e da reconciliação sejam uma constante.
Falando especificamente sobre a necessidade de preservação da paz, o Edil Manuel de Araújo socorreu-se da dúvida metódica ajuntando em resposta que “aparentemente vivemos numa nação onde a paz é um ideal distante, onde vozes incómodas ao regime são silenciadas”. E retomando a exaltação ao malogrado líder da oposição chamou toda a sociedade à razão na empreitada da manutenção da paz inspirando-se naquilo que o considerado pai da democracia, Afonso Dhlakama sempre cultivou: “Devemos construir uma sociedade onde a paz seja verdadeira e duradoura, onde a diversidade de ideias seja celebrada e onde a justiça prevaleça.” E é nessa linha pensante que Afonso Dhlakama terá em breve uma Rua em sua homenagem na cidade de Quelimane.
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